Nós amamos semijoias! É não devemos ter vergonha disso.

Desde criança, sempre gostei de várias coisas, tidas por muitos, como itens de adulto. Eram os sapatos de salto alto, os vestidos ou blusas da irmã mais velha, as inúmeras cores das maquiagens, as joias, as músicas…

Alguns, com o passar do tempo, perdi o encanto e acabei deixando de lado. Já outros, conforme fui crescendo, fui tomando ainda mais gosto por admirar ou possuir.

Uma das paixões que mantive daquela saudosa época, foi a paixão pelas joias, ou no meu caso, as bijuterias. Lembro que adorava brincar de me enfeitar com as bijuterias que encontrava, ou “surrupiava” de alguns porta joias, despretensiosamente esquecido nos quartos.

Adorava colocar vários colares em torno do pescoço, encher o fino braço com pulseiras de várias cores, tamanhos e espessuras. Nas orelhas, brincos tão enormes que mal se seguravam em função do peso e tamanho. E os anéis?! Como tinha os dedinhos fininhos, muitas vezes, parte da brincadeira precisava ser com as mãos para o alto, para que ao anéis não caíssem ao chão.

Apesar de tudo isso, ao me olhar no espelho, eu não via nenhum defeito. Eu via um mundo de cores, formas e texturas. Eu via uma mulher. Eu via uma rainha….

O tempo foi passando e o fascínio pelas joias, ou bijuterias, não foi embora. Pelo contrário, ele aumentou e se diversificou pelo enorme mundo de tipos de pedras, modelos, cores que fui descobrindo pelo caminho.

Através das joias, eu fui gótica, riponga, excêntrica, vintage, clássica, moderna…. Usei, mudei e renovei, mas nunca deixei de amar.

Nem sempre acordamos bem. Tem dias que sentimos que vamos precisar de um ânimo a mais para dar conta do recado. É nesses dias que gosto de usar um, ou talvez até mais de um acessório, para dar aquela levantada no astral.

Não importa se é um brincão, uma pulseira de responsa, ou até mesmo aquele anel baphônico. O que vale é a sensação que aquele acessório causa na gente. Nessa hora, esqueço dos problemas e saio, plena, absoluta, dona do mundo.

Sabe lá atrás no texto, quando falei que me sentia rainha? Pois é, isso ressurge na gente.

É uma sensação muito boa, que mistura poder, alegria, empoderamento…. Não sei se consigo te explicar. Mas posso te sugerir experimentar.

Permita-se sentir assim!

Conta aqui se você também gosta de uma semijoia ou outro tipo de acessórios. Vou adorar conhecer as suas preferências.

Scarllete

Cleo Santos é formada em Jornalismo e colaboradora no blog da Scarllete acessórios. Amante de moda, empreendedora e apaixonada por joias.

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